O Desafio da Formação do Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro: Entre o Modelo Reativo e o Contingencial

Marcio Pereira Basilio

Resumen


Bajo una política de seguridad represiva, los miembros de un cuerpo policial están entrenados para actuar de forma reactiva. Sin embargo, en una aplicación de políticas cimentadas en la gestión y la prevención, los policiales son entrenados para actuar con proactividad en la solución de problemas. En tal sentido, este artículo aborda el proceso de formación de los operadores de la seguridad pública en Río de Janeiro, desde la perspectiva del agente de polícia militar. La investigación desarrollada tiene un carácter predominantemente cualitativo y su naturaleza es exploratoria, tratando de entender el proceso de adiestramiento en la Policía Militar de Río de Janeiro desde la perspectiva de sus agentes; un campo en el que hay poco conocimiento acumulado y sistematizado en Brasil. En cuanto a los métodos de la investigación, se optó por el trabajo de campo, combinado con la consulta de fuentes documentales y de la literatura. Fueron realizadas veinticuatro entrevistas semiestructuradas con agentes de la Policía Militar. Las entrevistas fueron tratadas con la técnica de análisis de contenido. Como resultado, el estudio señala que hay un largo camino por recorrer, en el que subyace la necesidad de definir un perfil para el agente de policía en Río de Janeiro. ¿Un agente entrenado simplemente para reaccionar o para resolver conflictos? Esto es factible a través de la reestructuración del proceso de formación policial, que se vincule con un perfil definido y así produzca un cambio de la imagen del agente de policia en la sociedad.

Palabras clave


Seguridad Pública; Estado; Formación Policial; agente de policía; Democracia; Policía; Sociedad.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22431/25005227.156

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