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Método inova o aprendizado de novos idiomas

"Riley Xarif" (2017-05-15)

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Olá amigo iniciante do violão, neste vídeo eu vou te dar 3 dicas sensacionais para decorar músicas e tocar violão sem olhar cifras, pois muitos iniciantes até conseguem acompanhar cifras, vídeo aulas, partituras ou tablaturas, entretanto na hora de tocarem sozinhos a música não sai.

Pensando em te ajudar com isso neste artigo eu vou falar exatamente que eu faço para decorar músicas em cifras e partituras de modo mais rápido usando algumas técnicas que a maioria das pessoas não utilizam. Vejo alguns canais de brasileiros que vivem no exterior e vivem só falando português, fazendo vídeos em português voltado para brasileiros.

Eu fico feliz e agradecido por eles compartilharem conosco ingles do jerry é furada suas experiências, ajudando quem deseja morar fora. Por outro lado, fico pensando que não teria essa mesma disposição, acho que me desprenderia totalmente e tentaria incorporar melhor idioma, assimilar melhor a cultura etc. Não precisa deixar de ser brasileiro, mas uma vez morando fora, não dá para viver como se estivesse no Brasil. inglês e espanhol são cobrados em praticamente todos os vestibulares, com exceção de algumas provas, que exigem apenas inglês, e também no Enem.

Por isso, é claro que é importante dar bastante valor ao estudo de pelo menos uma dessas línguas estrangeiras, especialmente porque não é todo mundo que tem proximidade com elas. E não falo apenas por conta das provas: no mundo globalizado, falar outra língua, que não português, já é quase essencial nos currículos.

Eu larguei um ótimo trabalho em 2012 para morar no Canadá durante 6 meses. Estudei inglês por 5h diárias porém quando voltei em dezembro de 2012 tive dificuldades na realocação no mercado. que percebi é que inglês não fez diferença no curriculo.

Depois de muito tentar consegui uma realoação em uma empresa de pequeno porte na qual fiquei pouco tempo. Logo após iniciei um projeto em uma empresa multinacional de grande porte na qual tive que usar inglês para quase tudo, tanto na minha área de desenvolvimento de software como na conversação.



Tornar-se bilíngue abre um novo universo de pessoas, culturas e emoções diferentes. Isso também pode ser um grande consumidor de tempo — um ao qual a maioria de nós não pode se dedicar. Mas e se a fluência estivesse apenas a 90 dias de distância? Maneesh Sethi conta como isso é possível.

Li alguns comentários muito interessantes aqui, e concordo com vários deles. Compartilho minha humilde opinião e percepção: inglês na empresa, só é importante de fato, se você vai utilizá-lo na prática, no dia a dia, que depende muito da empresa e da posição que você vai ocupar. Entretanto, muitas empresas pedem que candidato ou mesmo um funcionário tenha algum conhecimento do idioma. Assim, aquele que tem maior fluência na língua, acaba se destacando mais.

Eu já fiz algumas entrevistas em que me perguntaram se eu falava inglês e se eu poderia fazer um teste. Em todos os casos, meu conhecimento de intermediário para avançado, me fizeram ficar bem posicionado na entrevista e me deram algum destaque. Quanto ao fato de alavancar ou não a carreira, depende muito da situação. Porém, independente disso, para a _vida_, falar um idioma tão utilizado no mundo todo sempre é uma boa ideia.



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